Colecionadores de moedas deixam os encontros tradicionais e apostam nos sites de relacionamento

Este tópico está baseado na minha monografia de conclusão do curso de Jornalismo na PUC-Rio em 2009.2. Quero compartilhar o resultado da pesquisa no blog com os internautas. Este tipo de material acaba fadado ao esquecimento depois que alunos como eu as completam. Qualquer pessoa interessada em obter este material completo para discutir, iniciar seu projeto, conhecer o método (etnografia virtual) ou referências bibliográficas estou disponibilizando o arquivo. Mande um comentário com o seu e-mail neste tópico. Vou resumir grosseiramente nesta postagem.

A moeda é um testemunho do passado. Os exemplares mais antigos datam de VII a.C., vindas da cidade grega de Lídia, cunhados de prata. São pequenos documentos históricos que refletem a realidade e a evolução de seu povo que desperta fascínio e constrói sua identidade.

Dentro das diversas pesquisas que compõem a vasta área do comportamento de consumo dos colecionadores, esta enfoca como as novas tecnologias auxiliam as interações sociais dos numismatas em sites de relacionamento na Internet . Tomei como referência a coleção de comentários publicados durante um período de seis meses na comunidade “Colecionadores de Moedas”, entre 25 de janeiro 2005 – data do início das atividades da comunidade no Orkut – e 21 de abril de 2009.

Os vendedores mais atuantes (Dynno e IZIDÓRIO MOEDAS Numismatas) disseram que a praticidade do mundo virtual para estabelecer contatos sem a limitação geográfica aliada ao cruzamento das diferentes formas seguras de pagamento direto se tornaram mais atraentes que as tradicionais reuniões. Ambos garantem ter mais clientes virtuais. Inclusive com transações no exterior graças ao sistema PayPal.

Os exemplos reforçam a vantagem do ambiente virtual reconhecer a segmentação de mercado de maneira rápida, eficiente e barata. A demanda naturalmente vai ao encontro dele ao pesquisar uma comunidade como a “Colecionadores de Moedas”. O ambiente virtual possibilita interação direta e imediata com o público-alvo em qualquer parte do mundo.

Mas também possui desvantagens. O Orkut ainda é uma mídia “nova” e não há uma regulamentação definida sobre o uso do espaço para comercialização e publicidade paga. Conteúdos no site de relacionamentos em alguns perfis não são verídicos. E como qualquer outra mídia, o excesso de mensagens ou ações prejudicam a reputação da pessoa.


Como forma de aumentar a segurança dos usuários, o site eliminou a possibilidade dos usuários postarem comentários anônimos. A medida favorece vendedores e compradores. Segundo o portal Google, mediadora do site Orkut, 95% das reclamações recebidas são provenientes de mensagens maliciosas e os 5% restantes por spans, conteúdo adulto e nazismo, entre outros.

Há muito material relacionado ao campo psicológico e histórico, mas não havia um aprofundamento teórico originado no campo da comunicação social para pesquisas similares em outras ciências.

As novas interações ocorridas nas CMC traz desafios e adaptações a etnografia clássica. Como as novas CMC eliminaram a comunicação cara a cara há uma certa “improvisação ante as novidades”. Trata-se de uma participação diferente porque posso ficar “invisível” como um lurker aos membros da comunidade sem interferir.

Barueri apresenta a realidade do futebol franquiado ao torcedor brasileiro

Um dos times mais vitoriosos da década de 2000 do futebol está prestes a abandonar sua torcida e deixar uma cidade inteira viúva. Dono da mais triunfante arrancada do Brasil, o Grêmio Recreativo Barueri tem 21 anos e apenas uma década de futebol.

Foram sete acessos de divisão e eles apenas três títulos conquistados (Paulista Série A3, Paulista Série A2 e Torneio do Interior). Mais interessante são as três em nível nacional . Tudo começa em 2006, da Série C para a B e já em 2008 da segunda para a Série A do ano passado. Mesmo com toda dificuldade para conseguir sobreviver no primeiro ano na elite (lembre os casos recentes de Ipatinga e América-RN), o Barueri terminou com uma digna décima primeira posição e uma vaga na Copa Sulamericana.


A discussão do time com a prefeitura da cidade de mesmo nome, casa do Barueri, começou quando o prefeito Rubens Furlan admitiu descontentamento com o modo de gestão do clube:

- O Grêmio Barueri foi transformado em empresa privada, cujos donos são o presidente, o filho dele e mais quatro amigos

Segundo ele, a cidade quer a “devolução” do clube à população. A parceria com a prefeitura inclui estalações esportivas e estádio próprio para o time. O desentendimento pode levar a diretoria mudar da sede de Barueri para Presidente Prudende e até o nome para Grêmio Prudentino.

Para ocupar o lugar do Grêmio Barueri, um novo clube seria fundado com parceria da prefeitura. Seria o Sport Clube Barueri. Ele não teria os direitos de disputar as divisões principais e começaria toda a caminhada na obscura 4ª divisão do campeonato Paulista. Por isso, a prefeitura local tenta colocar panos quentes e pensa ceder alguns desejos do clube para não perder a visibilidade do novíssimo estádio Arena Barueri.

Esta história pode ser apenas a primeira de uma série nos próximos anos da realidade do nosso futebol. A transformação de clubes empresa e o surgimento de investidores de talentos franquiados talvez fruste muitos torcedores incapazes de escalar o time da temporada ou o último jogador que beijou o emblema do clube, mas nos EUA este modelo de negócio está consolidado a mais tempo e pode servir de exemplo.

Lá todos as equipes de todos os esportes (futebol, baseboll, hockey e futebol americano) são formados através de franquias de empresas e cidades. Parecido com o caso do Barueri, o exemplo mais dramático de divórcio do time de futebol americano foi do Colts e a cidade de Baltimore em 84. Depois de 40 anos na cidade e um título no Super Bowl V (1971), o time viveu campanhas fracas com destaque para a de 82 quando não conseguiu vencer um só jogo.

O proprietário do time solicitou à cidade de Baltimore uma ampliação do estádio, mas com modestas campanhas e arquibancadas vazias, a prefeitura negou o investimento. Os dias se sucediam e as relações piorando até que a franquia decidiu procurar outra cidade. Na mesma época, Indianápolis, famosa pela corrida das 500 milhas, havia recém concluído um estádio e estava aberta a receber algum time da NFL. O prefeito de Baltimore começou a ameaçar o Colts com multas e fisco de todo material esportivo dentro do estádio.


Tal qual num filme de espionagem 007, o Colts firmou parceria secretamente com Indianápolis e o time se mudou silenciosamente no meio da madrugada com um histórico super engarrafamento de caminhões de mudança da Mayflower Transit, patrocinadora do time, com todo o equipamento do clube.

O Colts continuou com fracas temporadas até uma reviravolta completa na década de 2000 com a chegada do quarterback Peyton Manning. O time passou a ter presença certa nos playoffs. Em 2006, finalmente chegou a grande final e conquistou o título.

“Ídolos” da China expõe preconceito racial do país

Queria que você nunca tivesse nascido, morra e vá embora da China. Estes foram os comentários dos “netnazistas” chineses sobre a semi-finalista do popular programa de televisão “Go!Oriental Angel”, show de calouros equivalente ao Ídolos. A reação furiosa chamou a atenção da mídia e sociedade para um incomodo não assumido pelos chineses: o preconceito racial.

O motivo da discussão é o estrelato repentino da jovem Lou Jing de 20 anos. Nascida em Xangai, ela é filha de uma chinesa com um pai afro-americano que nunca conheceu.

- Algumas pessoas na rua me perguntam. “Por que você fala chinês tão bem?” Porque eu sou chinesa!

Jing confirma que o desconforto aumentou conforme avançava nas etapas eliminatórias do programa e passava a ser reconhecida nacionalmente. Não pelo seu reconhecido talento, mas por sua aparência. Blogs e tablóides criaram as alcunhas “pérola negra” e “menina de chocolate” para denominar a jovem que quase chegou as 12 finalistas do show.

A repercussão toca as diferenças étnicas que dividem o país. Existem mais de 56 grupos reconhecidos na China, mas 91% são da etnia Han. Assim como Lou Jing, pessoas fora do “padrão” Han de pele clara são discriminados.

A pele muito branca passa a ideia de delicadeza, feminilidade e até saúde para a maior parte das mulheres chinesas desde os tempos das dinastias imperiais milenares. E para manter isso grande parte delas usa protetores solares, embranquecedores e guarda sol indiscriminadamente para não ganhar cor. Quase 90% das mulheres que vivem nos grandes centros e cidades populosas no interior usam cosméticos.

Por tudo isso, depois da eliminação Lou Jing fez um forte comentário na frente dos julgadores:

- Acho que estou no mesmo nível das outras garotas aqui, exceto pela minha cor de pele. Nos compartilhamos o mesmo sonho. Tentei o meu melhor e continuarei sonhando.

Crítica: Nonversation Job – Live at Anil

Em 19 dias acabaria o ano de 2009. A data era 13 de Dezembro e a poucos dias do encerramento do ano nada promissor musicalmente apontava algo mais relevante que a morte prematura do Rei do Pop, Michael Jackson. Mas esta pequena fresta temporal foi o bastante para o Nonversation Job se tornar o ato mais importante da década de 2000. Quando a banda dedilhou seus primeiros acordes ninguém teve mais dúvida de estar presenciando um momento único. A partir daí, cada vibração sonora virou história. Enfim a década encerrava com o maior concerto de rock do novo século.

Sob uma fraca chuva típica de Liverpool, o Nonversation Job fez uma apresentação explosiva neste domingo no bar Freijó Street, a Cavern Club da Zona Oeste. Escalados por Luis “Zelaya” Pedro no baixo, Gabriel “Cazuza” Cabelinho na guitarra, Renata no vocal e “Guitar Pro” Drums na bateria, a banda conseguiu transformar as 14 testemunhas do ginásio em 14 apóstolos.

Fã: solo de Cazuza  “torrou” amplificador

O forte assédio da imprensa antes do show de fotógrafos, repórteres cinematográficos e agiotas surpreendeu os músicos e o fraco esquema de segurança montado pelo também roadie Lucas. Dedos em riste dos fotógrafos acusando “ditadura” expressou a ansiedade pesada do acontecimento.

O quarteto abriu os trabalhos com Original Prankster do The Offspring para domar o espírito do público logo no começo, seguida de Unnatural Selection e Dakota. O trio não escondeu a inspiração na banda Muse e escolheu três entre os 12 covers na apresentação, ponto negativo para os fãs. Entre os intervalos das músicas, ouvia-se suspiros de desagrado. Da platéia pela falta de critério da banda. Da vizinhança pelo barulho initerrupto.

Renata sonha com carreira solo

Para deleite dos fãs, Cazuza fez um grande solo em Maybe Tomorrow com direito aos efeitos especiais de palco mais avançados. Luzes e fumaça cobriram a guitarra que mais parecia enfeitiçada. Quando sua silhueta revelou-se o público não acreditou com a velocidade e precisão desempenhada.

O baterista teve atuação insegura. Literalmente com a maior presença de palco, o instrumento eletrônico ficou intimidado com a chuva e acabou revelando falta de entrosamento de tempo no começo das músicas. O baixo teve trabalho e brilhantismo com LP. Em alguns momentos iluminados conseguiu reescrever a gramática musical com tappings inaudíveis ao ouvido humano.

A vocalista Renata entrou acanhada frente aos modelos dos companheiros de banda. Trajada sobriamente, ela navegava com segurança nas notas graves, mas o público prendeu a respiração quando Renata atacou o microfone com seus agudos rasgados tal qual o inesperado bote de um tigre faminto ou um murro em ponta de faca.

E o que motivou LP Zelaya a sair do palco antes de Blackbird? Seria alguma mostra de racha do grupo tal qual Paul McCartney exatamente na canção dos Beatles? O momento mais emocionante do show foram os vocais masculinos em O Som da Sua Voz. Fãs efusivos não pouparam aplausos para encorajar os esforços de Gabriel e Luis Pedro a cantar a única música nacional. Cazuza mostrou que pode voltar a cantar nos próximos ensaios.

LP: pentatônicas especiais para o público

A venda de ingressos com preços duvidosos afastou o público do espaço nobre para pesadelo dos organizadores/cambistas. Toda procura foi pela arquibancada lateral com preços populares. A torcida ficou frustada com a falta de músicas famosas. Em resposta após o show, o baixista LP respondeu com “eventual” sobriedade típica das estrelas marrentas do rock:

- Então que comprem o ingresso do show do Wando!

Nossa equipe conseguiu arrancar o set list colado no chão. Confira.

SET LIST

Original Prankster

Unnatural Selection

Dakota

O Som da Sua Voz

Comissioning a Symphony in C

You Know My Name

Uprising

Blackbird

Northern Downpour

Maybe Tomorrow

Plug In Baby

Crushcrushcrush

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Fotos da Agência ARGH

O trio não escondeu a inspiração pela banda Muse e escolheu três entre os 12 covers na apresentação.

Acima de tudo, Rubro-Negros

No mesmo fim de semana que pode se consagrar penta hexa-campeão brasileiro, um parente distante do Flamengo no outro lado do mundo conquistou o sétimo nacional de sua história.

O agora hepta campeão Kashima Antlers FC dependia apenas de si para conquistar a J-League 2009, carinhosamente apelidado de “Japonão”. Na rodada final com apenas dois pontos de vantagem, o clube era ameaçado pelo vice líder Kawasaki Frontale caso empatasse ou perdesse. Com a vitória do rival, a responsabilidade passou para o time liderado pelo treinador brasileiro campeão Oswaldo de Oliveira, campeão brasileiro 99 com o Corinthians e os jogadores Danilo, meio campo campeão do Brasileirão 06 no São Paulo e Marquinhos, atacante de 32 anos que teve passagens por Operário-MS e Coritiba.

Mas o Kashima conseguiu vencer fora de casa o Urawa Red Diamonds pelo placar mínimo com gol brasileiro de Danilo. O treinador Oswaldo de Oliveira entra para a história do futebol nipônico por ser o primeiro treinador tri-campeão da jovem J-League fundada em 1993.

A ligação do Kashima com o Flamengo é impressionante. Entre seus grandes astros que já usaram a camisa estão Zico, Jorginho,Alcindo, Mozer,Leonardo e Bebeto. Todos formados na Gávea. Outra característica é a forte semelhança no uniforme. A ex-fornecedora do Flamengo, mesma do Kashima hoje, desenhou uma camisa parecidíssima para o urubu oriental.

Como diria o torcedor mais ilustre do Flamengo na geral do Maracanã:

- チャンピオン !!!!!! (Campeão!!!!)

Vencedores do Apagão II

Deixando de lado quem leva a culpa e se estamos realmente seguros contra novos problemas no futuro – principalmente com a proximidade de grandes eventos nesta nova década no país – o velho amigo Rádio, mídia “esquecida e desprestigiada”, teve papel principal ontem na cobertura do Apagão para quem estava seguro em casa ou tenso nas ruas abandonadas em boa parte do Brasil.

radio e twitter

Outro que saiu com louvor foi o novíssimo Twitter. Comparada à mobilização da população iraniana no turbulento período eleitoral deste ano, a ferramenta ganhará adeptos desconfiados da (f)utilidade deste micro blog até hoje.

Criatividade vende mesmo

Esse simples vídeo de uma dupla australiana bem-humorada mostra que a criatividade bem executada pode render ótimos resultados. Veja até o fim.

Tiger Woods também caminha sobre as águas

Marcos 6:45-52

Os discipulos estavam com medo. Ele pensaram que Jesus era um fantasma sobre a água. Mas Jesus disse: “Tenham coragem, sou Eu; Não precisam ter medo.”

O marketing viral é um fenômeno que cresce a cada dia com a inclusão digital e a melhoria da velocidade de conexão. A partir do seu conceito, o marketing viral significa a criação de peças publicitárias com formatos diferenciados. Ela tem a facilidade de ser divulgado gratuitamente de usuário para usuário como um verdadeiro vírus no seu sentido literal da palavra.

Diferente de um “spam”, o viral seria um anúncio que consegue atrair o público pela sua criatividade sem demonstrar explicitamente seu cunho estritamente comercial. Após recebê-lo, o usuário pode gostar tanto do conteúdo que acaba repassando para toda sua lista de contatos. Sem perceber, ele vira uma mídia espontânea para a empresa.

Este foi o caso da EA Sports, produtora de jogos de vídeo-game esportivos, com uma ótima atitude nas mãos ao tomar conhecimento de um vídeo postado por um usuário no site youtube satirizando um aparente “bug” (erro de programação em inglês) no seu jogo Tiger Woods PGA Tour 08. O game leva o nome de um dos maiores jogadores de golfe de todos os tempos.


Nesta edição do jogo, o usuário do youtube Levinator25 postou um vídeo chamado “tacada de Jesus” em que o jogador Tiger Woods “caminha sobre a água” para realizar um lance. Satirizando o atleta ao compará-lo a Jesus Cristo caminhando no mar da Galiléia com diz a bíblia. O vídeo teve mais de meio milhão de acessos em poucos dias.

Preocupado com o estrago que o vídeo poderia causar antes do lançamento do jogo Tiger Woods PGA Tour 09, o marketing da EA Sports encontrou uma maneira criativa para acabar com as críticas e aproveitar a oportunidade para fazer uma propaganda do seu produto.


Em resposta ao usuário Levinator25, a produtora fez um filme real, trazendo o próprio atleta Tiger Woods para atuar no viral. Ele reproduz a tacada aparentemente “impossível no mundo real” e termina lançando uma mensagem provocativa: não é erro do jogo. Ele (Tiger Woods) que é bom mesmo. A resposta da EA Sports foi vista por milhões de pessoas em poucos dias.

O marketing viral da EA Sports ganhou forte repercussão além de propaganda gratuita em revistas especializadas em golfe e jornais ao redor do mundo no mês de lançamento.

A importância de ações com estas pode ser medida com o mercado. A indústria de games em todo o mundo cresce poderosamente, faturando mais do que a do cinema segundo a empresa de estudos de mercado NPD Group.

Burger King inova em camisa de clube pequeno na Espanha

Era para ser só mais um evento futebolístico sem importância na mídia. Daqueles que ganham algum destaque nos jornais por falta de jogos e assunto na pré-temporada. O lançamento da nova camisa do Getafe, pequeno time espanhol com 43 anos de vida que sua maior glória no futebol nacional foi um nono lugar, não reservava grande expectativa.

A apresentação sem grande pompa ou craques ganhou forte curiosidade para o patrocinador do clube. A Burger King apostou em uma criativa ideia para solucionar a maior reclamação anunciantes que não têm o retorno esperado no momento de maior exposição (GOOOL!) quando o jogador tira a camisa ou comemora com ela sobre a cabeça ao estilo Rivaldo. Irritação inclusive que obrigou a FIFA a punir o atleta que impede a visibilidade da marca com um cartão amarelo.

Na frente da camisa nada de especial.

Mas repare agora na surpresa pronta para inibir qualquer “Rivaldidade”.

Não seria muito inteligente e barato fazer um investimento deste tamanho só para os jogadores do Getafe usarem em campo na hora do gol (muito raros por sinal como visto nas últimas temporadas). Por isso, a Burger King vende um manual de instruções para a torcida junto com a camisa do clube nas lojas. A intenção é criar uma nova brincadeira entre os fãs e aproxima-los dos valores da marca.

Para quem não sabe na publicidade nada se cria, tudo se copia transforma. Repare na camisa promocional de lançamento do novo Resident Evil: The Darkside Chronicles

Não pago por esse anúncio fraco!

Nesse domingo vamos de vídeo.

Essa produção escrachada ironiza o relacionamento cliente-publicitário ao tentar explicar como todo processo criativo resultou naquele resultado odiado pelo cliente. Mexer com o bolso é delicado demais pra insatisfações passarem caladas.

Assista até o fim.